O dodô era uma ave que não voava e que habitava na ilha de Maurício, no Oceano Índico. Era um animal de grande porte, com mais de um metro de altura e pesando mais de 20 quilos. Tinha uma aparência semelhante à de um pombo, sendo um parente próximo desta espécie. Quando os portugueses chegaram a Maurício, em 1507, deram o nome de "dodo" (que, em português, significa "estúpido") a estas aves, que eram gordas, tinham pernas curtas e asas pequenas. Além disso, andavam de forma desajeitada, o que as tornava fáceis de capturar. A última ave desta espécie foi abatida em 1681, data a partir da qual o dodô desapareceu da face da Terra.
Embora a extinção do dodô possa ter sido causada por vários fatores, como furacões e inundações, a maioria dos especialistas que estudam esta espécie acreditam que os humanos foram os responsáveis pela sua extinção. Foi a caça excessiva por parte dos europeus a estas aves lentas, bem como a caça aos seus ovos e crias por parte dos gatos e cães que estes trouxeram, que levou à diminuição drástica da população de dodós em menos de 200 anos, até à sua extinção.

